Conheça a história do Instituto Confúcio

A organização vinculada ao Ministério da Educação da China promove e facilita o intercâmbio cultural em todo o mundo por meio de seus associados

Foto de capa: Xinhua

No último dia 21 de novembro, comemorou-se 16 anos desde a inauguração do primeiro Instituto Confúcio em Seul, na Coreia do Sul. Desde então, dezenas de países em todo o mundo instalaram centenas deles, incluindo o Brasil. Pode ser comparado a outras entidades que promovem o intercâmbio cultural e linguístico, como o Instituto Camões, o British Council, a Alliance Française, a Società Dante Alighieri, o Instituto Cervantes e o Goethe-Institut.

Há Institutos Confúcio instalados em instituições de ensino superior públicas e privadas, nas cinco regiões brasileiros: Universidade Estadual Paulista – UNESP, Universidade Estadual de Campinas – UNICAMP, Universidade de Brasília – UNB, Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG, Universidade Federal do Rio Grande do Sul – UFRGS, Universidade de Pernambuco – UPE, Universidade Federal do Ceará – UFC, Universidade do Estado do Pará – UEPA, Fundação Armando Álvares Penteado – FAAP, e Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro – PUC-RIO. Na Universidade Federal de Goiás – UFG, há um Instituto Confúcio de Medicina Tradicional Chinesa, o primeiro da América Latina a oferecer cursos de medicina tradicional chinesa.

Bailarino chinês faz apresentação em Instituto Confúcio no Laos - Foto: Xinhua/Zhang Jianhua

O Instituto Confúcio é uma organização educacional pública sediada em Pequim e vinculada ao Ministério da Educação da China. Seu objetivo é promover a língua e a cultura da China e dar apoio ao ensino do mandarim, além de facilitar o intercâmbio cultural em todo o mundo através dos Institutos Confúcio associados. Seu trabalho é supervisionado pela Hanban, oficialmente conhecido como Departamento do Conselho Internacional de Língua Chinesa.

Seu nome, obviamente, faz referência ao grande filósofo chinês Confúcio, reconhecido como um símbolo da cultura da China. Seus princípios tinham base nas tradições e crenças chinesas: a moralidade pessoal e governamental, a justiça e a sinceridade, a veneração ancestral e valorização da família como a base para um governo ideal. O confucionismo foi tão marcante na história da China que tornou-se ideologia de estado durante a Dinastia Han (206 a.C. – 220 d.C.) e ainda é praticado em vários países.

Chef chinês prepara pratos típicos em evento realizado no Instituto Confúcio em Dublin - Foto: Xinhua/Liu Xiaoming

O Ibrachina partilha dos mesmos objetivos do Instituto Confúcio, de promoção da cultura chinesa e do intercâmbio entre os povos do Brasil, da China e de outros países lusófonos. Por isso, possui parceria com alguns institutos brasileiros, entre eles, o Instituto Confúcio para Negócios da FAAP. Por meio desta parceria, ambos realizam webinares, palestras e debates para estimular a troca de experiências, além de exposições e eventos que promovem a cultura chinesa no Brasil.

Em 2019, as celebrações pelo Ano Novo Chinês realizadas pelo Ibrachina e pelo Instituto Confúcio para Negócios da FAAP tiveram a tradicional Dança do Leão embalada pelos tambores do Olodum

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