Foto de capa: Governo do Pará

25 de maio de 2020

Observatório do Coronavírus #113

Estudo aponta que Brasil conseguiu reduzir taxa de reprodução do vírus; Agronegócio brasileiro leva feiras e eventos para a internet

Foto de capa: Governo do Pará

Um estudo feito pelo físico nuclear Rubens Lichtenthaler Filho, da Universidade de São Paulo, e do médico Daniel Lichtenthaler, apontou que o Brasil conseguiu reduzir a taxa de reprodução do coronavírus para menos da metade desde o início da pandemia. Em fevereiro, quando foi registrado o primeiro caso no país, uma pessoa que contraísse a doença transmitia para outras 3,5, na média. Hoje, o número está em 1,4. Em São Paulo, esse índice é menor, de 1,3. O levantamento foi feito com base nos números oficiais divulgados pelo Ministério da Saúde. De acordo com o estudo, “ficou claro que a política de distanciamento social é essencial para reduzir o número total de casos e controlar  a epidemia”.

Foto: AdobeStock
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O agronegócio está levando feiras e eventos para a Internet. A ideia é recuperar o tempo perdido no primeiro quadrimestre, quando muitos eventos foram cancelados. A Associação Brasileira de Agronegócio realiza seu congresso, um dos maiores do setor, de forma virtual no dia 03/08. A Agrotins, do Tocantins, também será realizada via internet.

Foto: Reuters
Foto: Reuters
Foto: Paul White
Foto: Paul White

Após dez semanas de confinamento, a população de Madri reencontrou hoje seus apreciados bares, embora apenas nos espaços externos, enquanto os habitantes de outras áreas da Espanha com menor incidência do coronavírus puderam tomar banho de mar. A capital espanhola, assim como Barcelona e sua região metropolitana e parte da região norte iniciaram nesta segunda-feira sua primeira fase do desconfinamento progressivo. A medida já havia começado no restante do país.

Foto: Reuters

A OMS disse que o novo coronavírus pode ter vindo para ficar, e mantê-lo sob controle exigirá um “esforço massivo”. Até em países com estratégias eficazes para lidar com a pandemia por meio de testes, rastreamento e gerenciamento de lockdowns — como a China, Coreia do Sul e o Japão, na Ásia, mas também a Alemanha, na Europa — houve novos picos de infecções quando as restrições foram atenuadas. Governos de todo o mundo agora estão se preparando para um provável segundo round contra o vírus, e seus olhos estão voltados para o Leste Asiático.

A principal lição dos países do leste asiático para o resto do mundo é que é crucial “encontrar, isolar, testar e cuidar de todos os casos e rastrear e colocar em quarentena todas as pessoas com quem entraram em contato”. Além disso, é preciso aproveitar os dados e pesquisas de lugares como China, Japão e Coreia do Sul para entender como o vírus se comporta.

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O gráfico oficial mais recente divulgado pelo Ministério da Saúde mostra que o número casos acumulados de pessoas infectadas pelo coronavírus no Brasil teve um aumento de quase 16 mil em 24 horas, em comparação com a avaliação feita no dia anterior. No site é possível ver também o número de óbitos e de pessoas recuperadas da COVID-19.
O gráfico oficial mais recente divulgado pelo Ministério da Saúde mostra que o número casos acumulados de pessoas infectadas pelo coronavírus no Brasil teve um aumento de quase 16 mil em 24 horas, em comparação com a avaliação feita no dia anterior. No site é possível ver também o número de óbitos e de pessoas recuperadas da COVID-19.
O panorama geral feito pela Universidade John Hopkins, dos EUA, mostra que foram identificados mais de 97 mil novos casos de infectados pelo coronavírus no mundo em apenas 24 horas. EUA lideram o ranking de confirmados, seguido pelo Brasil, com 363 mil casos. Em relação ao número de óbitos, o Brasil fica na 6ª colocação.
O panorama geral feito pela Universidade John Hopkins, dos EUA, mostra que foram identificados mais de 97 mil novos casos de infectados pelo coronavírus no mundo em apenas 24 horas. EUA lideram o ranking de confirmados, seguido pelo Brasil, com 363 mil casos. Em relação ao número de óbitos, o Brasil fica na 6ª colocação.

FAKE NEWS

Diariamente o Observatório do Coronavírus publica esclarecimentos sobre as mais recentes fake news divulgadas nas redes sociais e aplicativos de mensagens. Confira:

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